terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Madame d'Orvilliers
Café cultivado na Fazenda Império, na região do Cerrado de Minas Gerais.
Possui notas cítricas e um sabor suave, com sabor residual de chocolate ao leite (bom, pelo menos foi isso que senti).
Esse café é vendido aqui como Gourmet, pois possui 100% dos seus grãos de origem arábica.
Em 2008 ganhou o prêmio de melhor café do Brasil da ABIC na categoria Gourmet.
A história que vem estampada na embalagem, sobre a origem da produção cafeicultora no país, é bem interessante e vale à pena ser compartilhada:
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Pane no fogão!
Minha mãe adora pães. Se ele tivesse espírito empreendedor, teria uma padaria, e decerto comandaria o forno industrial.
Em homenagem a ela, fiz um panetone extemporâneo, mas apenas um pouco.
Não usei essências nem frutas cristalizadas. Nozes e passas deram o tom, além de um pouco de vinho branco.
Outro fato interessante é bater alguns ingredientes no liquidificador. A massa também não foi sovada, mas descansou por uma hora.
Vamos ao paozão no fogão:
Ingredientes:
03 ovos;
180 ml de suco de laranja;
120 ml de leite integral morno (não pode estar quente, saindo fumaça, pois senão mataria as leveduras do fermento);
100g de margarina;
320g de açúcar refinado;
1 pitada de sal;
600g de farinha de trigo sem fermento;
01 saco de fermento biológico seco para pães (10 g);
200g de passas e nozes envolvidas em farinha.
Preparo:
Deixe as passas para hidratar em uma quantidade de vinho branco que as cubra. Depois misture as passas às nozes quebradas e envolva a mistura com farinha de trigo (isso evite que a mistura afunde na forma).
Em uma tigela, misture o fermento, o sal e a farinha. Acrescente o leite, mas não mexa. O calor do leite acelerará o processo de fermentação.
Bata no liquidificador os ovos, o suco, a margarina e o açúcar.
Despeje o conteúdo do liquidificador em uma tigela e acrescente a farinha aos poucos, misturando bem (use uma batedeira com rotação de leve a média).
Despeje as passas e as nozes e misture bem.
Use formas de papel para panetone (eu fiz dois panetones, mas essa receita também serve para um pão), as quais devem ser bem untadas com óleo (não de soja) ou azeite (usei azeite).
Deixe a massa descansar para crescer por uma hora.
Pré-aqueça o forno por 15 minutos a 180º C.
Ponha os panetones em uma assadeira e leve ao forno por 45 minutos ou até que se possa enfiar um espetinho e este saia limpo.
A massa ficou deliciosa; macia, mas firme. Ficaram douradinhos, mas sinto informar que perdi as fotos...
Em homenagem a ela, fiz um panetone extemporâneo, mas apenas um pouco.
Não usei essências nem frutas cristalizadas. Nozes e passas deram o tom, além de um pouco de vinho branco.
Outro fato interessante é bater alguns ingredientes no liquidificador. A massa também não foi sovada, mas descansou por uma hora.
Vamos ao paozão no fogão:
Ingredientes:
03 ovos;
180 ml de suco de laranja;
120 ml de leite integral morno (não pode estar quente, saindo fumaça, pois senão mataria as leveduras do fermento);
100g de margarina;
320g de açúcar refinado;
1 pitada de sal;
600g de farinha de trigo sem fermento;
01 saco de fermento biológico seco para pães (10 g);
200g de passas e nozes envolvidas em farinha.
Preparo:
Deixe as passas para hidratar em uma quantidade de vinho branco que as cubra. Depois misture as passas às nozes quebradas e envolva a mistura com farinha de trigo (isso evite que a mistura afunde na forma).
Em uma tigela, misture o fermento, o sal e a farinha. Acrescente o leite, mas não mexa. O calor do leite acelerará o processo de fermentação.
Bata no liquidificador os ovos, o suco, a margarina e o açúcar.
Despeje o conteúdo do liquidificador em uma tigela e acrescente a farinha aos poucos, misturando bem (use uma batedeira com rotação de leve a média).
Despeje as passas e as nozes e misture bem.
Use formas de papel para panetone (eu fiz dois panetones, mas essa receita também serve para um pão), as quais devem ser bem untadas com óleo (não de soja) ou azeite (usei azeite).
Deixe a massa descansar para crescer por uma hora.
Pré-aqueça o forno por 15 minutos a 180º C.
Ponha os panetones em uma assadeira e leve ao forno por 45 minutos ou até que se possa enfiar um espetinho e este saia limpo.
A massa ficou deliciosa; macia, mas firme. Ficaram douradinhos, mas sinto informar que perdi as fotos...
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Alegria que tempera
Almoço com amigos, planos, descobertas, novos temperos.
Um dia de sol, alegria, contato com a natureza e a promessa de uma união duradoura.
Estive na casa de um amigo de infância, que me chamou para um almoço pós-natal.
A mãe dele, cozinheira de mão cheia, preparou um churrasco e me levou para conhecer sua pequena horta de especiarias frescas as quais ela prontamente utiliza em sua cozinha.
Como tiragosto, ela nos serviu uma linguiça temperada, com cenoura ralada e passas. Simples assim? Sim!, e que delícia. A linguiça, fininha (esqueci o nome complicado) estava levemente adocicada, um aroma de mel e erva-doce; a cenoura, mesmo crua, estava macia e salgada no ponto; a passa coroava a mistura agridoce.
No almoço, comemos linguiça de frango, maminha, salada de peru (a carne desfiada, macia, rosada e suculenta; acelga, alface, figo e manga), salada de bacalhau, frango, farofa e arroz.
Depois fiz uma visita ao horto do pai do meu amigo. Espécies amazônicas, da Mata Atlântica, do sul do país. Algumas trazidas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, outras, doações de amigos. Um trabalho impecável, com cuidado e carinho. Pena que tirei foto apenas de um trecho que ainda estava a germinar. Não fiz jus à imensidão da dedicação.
Conheci também a pequena plantação usada na cozinha: diversos tipos de pimenta, estragão fresco, nirá (erva japonesa com aroma semelhante ao alho, mas quando refogado lembra camarão), cebolinha, alecrim... Inspiração para o que pretendo fazer aqui em casa.
Bom, essa postagem foi menos sobre culinária e mais sobre o espírito fraterno que permeia essa época do ano. E talvez por causa disso, a comida tenha ficado ainda mais gostosa.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Tucupi no Tacacá...
... Tacacá com Tucupi.
Pois bem, falei sobre fronteiras da culinária no Brasil e voilá, estive no restaurante Casa do Pará. Experimentei Tacacá, comi um delicioso casquinho de caranguejo, bebi uma Cerpa redonda (perto dessa a Skol desce tombando) e provei um revigorante açaí.
Detalharei a experiência depois, pois não consegui cabo usb (Nokia N70, alguém se habilita?) para baixar as fotos do meu celular.
Posso apenas dizer que valeu à pena e voltarei lá.
Pois bem, falei sobre fronteiras da culinária no Brasil e voilá, estive no restaurante Casa do Pará. Experimentei Tacacá, comi um delicioso casquinho de caranguejo, bebi uma Cerpa redonda (perto dessa a Skol desce tombando) e provei um revigorante açaí.
Detalharei a experiência depois, pois não consegui cabo usb (Nokia N70, alguém se habilita?) para baixar as fotos do meu celular.
Posso apenas dizer que valeu à pena e voltarei lá.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Programa Nota PE - Literatura e Culinária
Cristiano Ramos, idealizador do portal cultural NotaPE, recebeu no Programa NotaPE o pesquisador Raul Lody.
De acordo com Ramos, o "antropólogo, pesquisador e professor Raul Lody fala sobre Os Caminhos do Açúcar, seu mais recente livro. O papo girou em torno de Gilberto Freyre, da importância da culinária em nossa cultura e como o tema comida se relaciona com a literatura".
Uma excelente pedida.
Em tempo: Ontem, em um jantar com amigos, conversei com o chef Sérgio Muniz sobre as últimas fronteiras culinárias do Brasil, em termos de ingredientes, misturas, temperos, ervas. Ele defende um estudo sobre a mata atlântica e os sabores que lá se encontram, se escondem e se foram. Essa catalogação, pesquisa e experiência deve sim ser empreendida. Lembrei-me que alguns chefs brasileiros defendem que a Amazônia é a última fronteira gastronômica do Brasil, e lá concentram seus esforços. Bom, que essa nova frente se abra, pois Pernambuco ainda possui mata atlântica, substância dessa, assim espero, rica pesquisa.
De acordo com Ramos, o "antropólogo, pesquisador e professor Raul Lody fala sobre Os Caminhos do Açúcar, seu mais recente livro. O papo girou em torno de Gilberto Freyre, da importância da culinária em nossa cultura e como o tema comida se relaciona com a literatura".
Uma excelente pedida.
Em tempo: Ontem, em um jantar com amigos, conversei com o chef Sérgio Muniz sobre as últimas fronteiras culinárias do Brasil, em termos de ingredientes, misturas, temperos, ervas. Ele defende um estudo sobre a mata atlântica e os sabores que lá se encontram, se escondem e se foram. Essa catalogação, pesquisa e experiência deve sim ser empreendida. Lembrei-me que alguns chefs brasileiros defendem que a Amazônia é a última fronteira gastronômica do Brasil, e lá concentram seus esforços. Bom, que essa nova frente se abra, pois Pernambuco ainda possui mata atlântica, substância dessa, assim espero, rica pesquisa.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Aula de Culinária 01 - Menu Italiano - Entrada
Ontem, eu e uma amiga participamos de uma aula de culinária no La Pasta Galleria.
A lição consistiu no preparo de um menu italiano com entrada, prato principal e sobremesa.
A entrada foi um Pão Italiano recheado com Frutos do Mar ao Creme de Prima Donna; o prato principal, Salmão com Risoto de Limão Siciliano e Aspargos e a sobremesa consistiu em uma Macedônia de Frutas com Zabaione.
A bebida ideal para acompanhar a entrada e o prato principal é um bom vinho branco seco. Não tomei nada ontem porque estava de carro, mas repetirei a receita e postarei nos comentários qual vinho foi harmonizado.
Nesta primeira postagem eu falarei sobre a entrada.
Antes, porém, um pouco sobre o local do curso. O La Pasta Galleria fica na Galeria Joana D'Arc, no bairro do Pina, Recife-PE. É um pequeno restaurante italiano, cuja proposta é fazer um serviço completo, de modo artesanal. A batuta e propriedade ficam a cargo do chef André Falcão, que ministra as aulas no Espaço Gourmet do estabelecimento. André possui uma técnica refinada, gosta de usar bons ingredientes, e consegue transformar coisas simples em deliciosas. A decoração do ambiente é minimalista, mas sem perder de vista os detalhes que remetem à culinária italiana. Outro dia postarei comentários sobre o restaurante em si.
Mais um aparte: as fotos foram tiradas pela amiga, Mercedes Sosa.
Vamos lá, à Entrada.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Brioche Nanterre
Estava ontem examinando o livro Técnicas de Padaria Profissional, do Senac (R$ 90,00), e fiquei fisgado pela receita de brioches, dos quais gosto muito.
Surfando na internet, encontrei um blog onde é mostrado o passo-a-passo do Brioche Nanterre. A diferença dessa receita para a da massa básica do brioche é que, no preparo desta, após o segundo crescimento da massa, ela deve ser deixada por 24h na geladeira e, depois, ser utilizada como lhe apetecer.
Cliquem aqui para ver a receita.
PS: a imagem foi retirada do blog mencionado
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